MP suspeita que funcionários de Flávio Bolsonaro repassavam 99% dos salários à Fabrício Queiroz
Hoje (18), o Ministério Público do Rio de Janeiro fez uma operação para cumprir mandados de busca e apreensão e apresentou um relatório contra o senador Flávio Bolsonaro, em que é apontado que seus funcionários participavam da chamada 'rachadinha', onde sacavam 99% dos salários e entregavam a quantia para Fabrício Queiroz, assessor de Flávio, conhecido após uma reportagem do jornal Estado de São Paulo (Estadão). O esquema era feito quando o atual senador era deputado estadual, ou seja, seu gabinete ficava na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).
A defesa de Flávio Bolsonaro acusa o MP do Rio de não ter cumprido a decisão do Supremo Tribunal Federal, em que mandava suspender a investigação contra o filho do presidente. Frederick Wassef diz que ainda não leu o documento.
Mesmo assim, os próprios ministros do STF dizem que a suspensão foi dada apenas para investigação focada em Flávio. Suas conexões, portanto, ligações telefonicas, emails, mensagens podem ser exploradas mesmo depois e durante a suspensão do Supremo.
Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz, o conhecido Queiroz.
Rachadinha é quando servidores (em geral funcionários fantasma) repassam o seu salário para assessores ou mesmo os próprios parlamentares (deputados, senadores, vereadores). Não se sabe desde quando isso ocorre, pois o acesso a informação sempre foi conturbado. Recentemente, o telejornal RJ2, da TV Globo, revelou vários desses esquemas da Alerj.
A defesa de Flávio Bolsonaro acusa o MP do Rio de não ter cumprido a decisão do Supremo Tribunal Federal, em que mandava suspender a investigação contra o filho do presidente. Frederick Wassef diz que ainda não leu o documento.
Mesmo assim, os próprios ministros do STF dizem que a suspensão foi dada apenas para investigação focada em Flávio. Suas conexões, portanto, ligações telefonicas, emails, mensagens podem ser exploradas mesmo depois e durante a suspensão do Supremo.
Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz, o conhecido Queiroz.
Rachadinha é quando servidores (em geral funcionários fantasma) repassam o seu salário para assessores ou mesmo os próprios parlamentares (deputados, senadores, vereadores). Não se sabe desde quando isso ocorre, pois o acesso a informação sempre foi conturbado. Recentemente, o telejornal RJ2, da TV Globo, revelou vários desses esquemas da Alerj.

Comentários
Postar um comentário