Coluna do BdA, 20.02.2020
Visita Em entrevista ao jornal O GLOBO, o sargento da Polícia Militar e atualmente vereador do Rio de Janeiro Ítalo Ciba disse que o senador Flávio Bolsonaro (Sem partido - RJ) foi por “mais de uma vez” visitar o ex-capitão do Bope Adriano da Nóbrega (que foi morto pelas PM’s da Bahia e do Rio) quando ele e Ítalo estavam presos, na década de 2000. Além disso, o Adriano frequentava o gabinete de Flávio, à convite de Fabrício Queiroz, ex-chefe de segurança do hoje senador.
Visita 2 Ítalo Ciba trabalhava com Adriano da Nóbrega em 2003, quando os dois receberam uma “menção de louvor” da Alerj, feita por Flávio Bolsonaro. Dias depois, os PM’s foram presos e foi naquela época que Flávio, segundo Ciba, visitava-os. Em nota, a assessoria de imprensa do senador disse que nem ele nem a família Bolsonaro tem algo com Adriano da Nóbrega, e que Flávio só o visitou 1 vez, para lhe entregar a “Medalha Tiradentes”, a menção mais honrosa da Alerj.
Depoimento O ex-presidente Lula prestou hoje depoimento na Polícia Federal para um inquérito que apura o crime de calúnia e difamação contra Jair Bolsonaro, presidente da República. Segundo o Art. 26 do Código Penal, ofensas à presidentes da República, Câmara, Senado e STF podem render até 4 anos de cadeia. Lula chamou certa vez, Bolsonaro de “miliciano”, e disse é um “desprazer” ter um miliciano no governo.
Críticas Hoje no lançamento da nova linha de crédito imobiliário da Caixa Ecônomica Federal, o presidente Bolsonaro criticou as antigas gestões da Caixa. Ele disse que em cada diretoria e vice-diretoria era um “partido pendurado”. Também fez ataques aos presidente daquela época, dizendo que a Caixa não tinha como dar lucro e que os presidentes pareciam a rainha da Inglaterra, e criticou a imprensa. Por fim, disse que os brasileiros estão voltando a confiar em políticos graças ao seu governo.
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