A demora da Saúde

No dia 21 de abril, foi assinado um documento que apontava nos 26 estados do Brasil, 81 imóveis da União que poderiam ser usados para sediar hospitais de campanha. Este ofício, de autoria de Paulo Guedes, ministro da Economia, só foi respondido no dia 31 de julho, pelo general Eduardo Pazuello, ministro interino da Saúde. A resposta da Saúde, via Pazuello, foi de que cabe à pasta apenas orientar estados e munícipios na montagem de hospitais de campanha.

O ofício de Guedes era direcionado aos ministros da Saúde (na aquela época representado por Nelson Teich) e Defesa, já que militares estavam auxiliando na montagem dos hospitais de emergência. Inclusive, por conta do abandono da ideia, o ministro das Forças Armadas, general Fernando Azevedo e Silva, sequer respondeu.


Comentários