Chefe dos 'Guardiões' prestou depoimento na CPI da Márcia
Chefe do grupo "Guardiões do Crivella" - que tentava atrapalhar a imprensa - Marcos Paulo de Oliveira Luciano, já foi investigado no caso "Fala com a Márcia", onde o prefeito do Rio, Marcelo Crivella, oferecia para pastores benefícios nas filas de cirurgias como as de cataratas. A fala foi dita em um evento secreto, revelado pelo jornal O GLOBO.
O "M L" - como era chamado no grupo de Whatsapp onde os 'Guardiões' se organizavam - inclusive, foi citado logo após Crivella falar sobre Márcia. O prefeito disse: “Nós estamos fazendo o mutirão da catarata. Eu contratei 15 mil cirurgias até o final do ano. Então, se os irmãos tiverem alguém na igreja, e se os irmãos conhecerem alguém, por favor, falem com a Márcia. Ou com o Marquinhos”, se referindo a Marcos Paulo. À época, ele prestou depoimento mas negou que pastores 'furassem fila' no Sisreg (Sistema de Centrais de Regulação). A CPI da Márcia, como ficou conhecida, terminou sem denúncia, pois a comissão concluiu não haver provas contra Crivella.
O "M L" - como era chamado no grupo de Whatsapp onde os 'Guardiões' se organizavam - inclusive, foi citado logo após Crivella falar sobre Márcia. O prefeito disse: “Nós estamos fazendo o mutirão da catarata. Eu contratei 15 mil cirurgias até o final do ano. Então, se os irmãos tiverem alguém na igreja, e se os irmãos conhecerem alguém, por favor, falem com a Márcia. Ou com o Marquinhos”, se referindo a Marcos Paulo. À época, ele prestou depoimento mas negou que pastores 'furassem fila' no Sisreg (Sistema de Centrais de Regulação). A CPI da Márcia, como ficou conhecida, terminou sem denúncia, pois a comissão concluiu não haver provas contra Crivella.
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